“Catalisadores para dizer o que nunca foi dito, para ver o que nunca foi visto, para desenhar, pintar, cantar, esculpir, dançar e agir de modo nunca feito, para impulsionar a criatividade e linguagem.
O que realmente importa é, ...eu a chamo de... a presença sentida da experiência pessoal. O que é um jeito afrescalhado de dizer que simplesmente precisamos parar de consumir nossa cultura. Nós temos que produzir cultura. Não assista TV. Não leia revistas. Nem mesmo escute rádio. Crie seu próprio “RoadShow”. O nexo espaço-tempo do lugar onde você está agora é a parte mais imediata de seu universo. E se você está preocupado com Michael Jackson, Bill Clinton ou alguma outra pessoa, então você está sem poder algum. Está cedendo esse poder aos ícones que são mantidos pela mídia para que você queira vestir-se como X ou ter lábios como Y ou coisa assim.
Esse tipo de pensamento é “shit-brained” – nada mais é que cultura de distração .
O que é real é você e seus amigos, suas associações, suas viagens, seus orgasmos, suas esperanças, seus sonhos e seus medos.
Mas nos dizem: Não. Não somos importantes, somos secundários. Consiga um diploma, consiga um emprego. Compre isso e aquilo. Então você se torna um jogador e nem mesmo quer jogar esse jogo. Você quer reivindicar sua mente e tirá-la das garras do engenheiros culturais, que querem transformá-lo num retardado-meio-cozido, consumindo todo esse lixo, que vem sendo extraído da carcaça de um mundo que morre pouco a pouco. Que sentido isso faz?”
