"A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original." - Albert Einstein
segunda-feira, 25 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
Sexo: O portão secreto para o Éden. Instigante. Afinal não foi por causa do sexo que fomos expulsos do paraíso? Talvez ele não seja apenas a porta de saída, mas também a de entrada. Nesse documentário delicado, com trilha sonora agradável, é apresentado o segredo do Grande Arcano. Arrisque-se e chegue às suas próprias conclusões.
Por Cintia B. Silva
Documentário em 7 partes.
Crescendo com os mitos
Em sociedades tribais, antigas ou modernas, a criança é submetida aos mitos da tribo, semelhantes aos contos infantis. Durante toda sua vida ela participará de “sessões mitológicas” onde serão narradas aventuras e sagas que tocam fundo na alma, emoções profundas emergem, sensação de completude e razão da existência são experimentadas. Nesses contos são transmitidas verdades psicológicas através de narrativa fantástica.
Os mitos não são suficientes para integrar completamente o indivíduo ao grupo e mostrar sua nova posição dentro do mesmo. Para um efeito mais dramático são necessários ritos – mitos transmitidos através da ação.
Um dos ritos de passagem mais importante acontece da infância para adolescência. No caso do menino, ele será submetido a um ritual que geralmente inclui maus tratos físicos significativos. Nele o jovem será posicionado como servo da sociedade. A menina geralmente não passará por um mito encenado, pois seu corpo já realiza um rito de passagem com a chegada da menarca (1a. menstruação), posicionando-a como serva da natureza.
Através dessas técnicas o psicológico, o espírito, vão sendo alimentados sistematicamente. É interessante lembrar que, em cada rito de passagem os familiares e amigos do ator principal estarão presentes, reafirmando, em seu íntimo, a função e o lugar de cada um dentro do grupo.
O surpreendente é: os mitos e ritos se repetem ao longo do tempo, em locais geográficos diversos e em sociedades totalmente distintas, onde a transmissão dos mesmos entre os diferentes povos seria improvável . Os símbolos apresentados são similares, não iguais. Similares no sentido mais profundo, mostrando assim, que os mitos não são inventados, eles surgem e são reconhecidos para serem utilizados como catalisadores do bem estar espiritual.
Em nossa mega sociedade, a criança na passagem para adolescência não recebe apoio para canalizar seus instintos e emoções emergentes. Quando as necessidades de completude, de pertencer a algum lugar, de ter uma função definida dentro do grupo são negadas, o jovem irá em busca de uma mitologia. Essa busca é uma tentativa de dar vazão às energias poderosas do imaterial.
Eleger um herói é lugar comum, porém altamente necessário nesse período.
O lugar será ocupado por uma estrela ou grupo de música, uma personagem de quadrinhos ou filme.
O grupo de apoio, que deveria ser formado pelos membros mais experientes da comunidade, será substituído por membros igualmente imaturos, unidos pela busca.
Em casos extremos, mas não incomuns, o jovem elegerá uma gangue como grupo, onde a mitologia será de violência, intolerância e desrespeito ao ideais humanos mais elevados. Seria uma vingança? Talvez. Ao jovem foi negado segurança psicológica e a definição de um lugar.
Cria-se uma tentativa de sociedade alternativa, pois a atual é incompetente para suprir as necessidades do indivíduo, que agora está recebendo o chamamento interno para ter uma atitude ativa perante os seus iguais.
Por Cintia B. Silva
post relacionado: Manipulando a verdade
sábado, 16 de julho de 2011
Arrisque-se
Por que permanecer preso entre as paredes frias do raciocínio lógico vigente, com suas bases sócio–políticas–ideológicas? Cumprimos um papel social idealizado por homens e mulheres que apenas visam (ou visaram) o poder, o lucro e o seu próprio sucesso pessoal. Papel esse que resume nossas vidas em trabalho, pagamento de impostos e CONSUMO.
Temos a opção de abrir nossa mente ao novo, ao insólito, ao improvável. Optar por conhecer a história oficial e a oficiosa. Diversidade de conhecimento abre um leque de opções. Pensamento livre, em uma sociedade que a todo momento nos bombardeia com padrões que devemos seguir, é um ato de rebeldia. Questione. Analise o que existe por trás da comida adequada, do comportamento adequado, do pensamento adequado.
No post abaixo tem um vídeo de um programa muito interessante do History Channel. Arrisque-se.
Abra sua mente... mas não ao ponto dela cair no chão.
Por Cintia B. Silva
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Reivindique sua mente
“Catalisadores para dizer o que nunca foi dito, para ver o que nunca foi visto, para desenhar, pintar, cantar, esculpir, dançar e agir de modo nunca feito, para impulsionar a criatividade e linguagem.
O que realmente importa é, ...eu a chamo de... a presença sentida da experiência pessoal. O que é um jeito afrescalhado de dizer que simplesmente precisamos parar de consumir nossa cultura. Nós temos que produzir cultura. Não assista TV. Não leia revistas. Nem mesmo escute rádio. Crie seu próprio “RoadShow”. O nexo espaço-tempo do lugar onde você está agora é a parte mais imediata de seu universo. E se você está preocupado com Michael Jackson, Bill Clinton ou alguma outra pessoa, então você está sem poder algum. Está cedendo esse poder aos ícones que são mantidos pela mídia para que você queira vestir-se como X ou ter lábios como Y ou coisa assim.
Esse tipo de pensamento é “shit-brained” – nada mais é que cultura de distração .
O que é real é você e seus amigos, suas associações, suas viagens, seus orgasmos, suas esperanças, seus sonhos e seus medos.
Mas nos dizem: Não. Não somos importantes, somos secundários. Consiga um diploma, consiga um emprego. Compre isso e aquilo. Então você se torna um jogador e nem mesmo quer jogar esse jogo. Você quer reivindicar sua mente e tirá-la das garras do engenheiros culturais, que querem transformá-lo num retardado-meio-cozido, consumindo todo esse lixo, que vem sendo extraído da carcaça de um mundo que morre pouco a pouco. Que sentido isso faz?”
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