terça-feira, 8 de novembro de 2011

Arrisque-se - parte II

Por que permanecer preso entre as paredes frias do raciocínio lógico vigente, com suas bases sócio–políticas–ideológicas? Cumprimos um papel social idealizado por homens e mulheres que apenas visam (ou visaram) o poder, o lucro e o seu próprio sucesso pessoal. Papel esse que resume nossas vidas em trabalho, pagamento de impostos e CONSUMO.


Temos a opção de abrir nossa mente ao novo, ao insólito, ao improvável. Optar por conhecer a história oficial e a oficiosa. Diversidade de conhecimento abre um leque de opções. Pensamento livre, em uma sociedade que a todo momento nos bombardeia com padrões que devemos seguir, é um ato de rebeldia. 
Questione. Analise o que existe por trás da comida adequada, do comportamento adequado, do pensamento adequado.

Os vídeos abaixo são um desafio. Você está preparado? 

Abra sua mente... mas não ao ponto dela cair no chão.


Por Cintia B. Silva

Joseph Campbell, Terence Mckenna, Thich Nhat Hahn, Osho, e Você.




Evolução Psicodélica - Terence Mckenna 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Nosso Maior Desejo - Parte II - Evolução



Neuróticos, alegrem-se! O futuro é nosso.

Dentre os muitos instintos, conhecidos ou não, há um instinto para a evolução da espécie. O seu “habitat” é o inconsciente, e como desejo do inconsciente sabemos que sua realização é irresistível.

Para o Dr.C.G.Jung o objetivo final do inconsciente é a realização do si-mesmo. Esse desejo de realização está presente ha história humana desde os primórdios. Ela está representada na jornada do herói, o supra-homem da mitologia, das religiões e das artes. Com a vitória do herói, acontece a transformação de um humano comum em um ser que adquiri capacidades mentais-físicas-espirituais acima de qualquer humano.

Na minha opinião, o instinto de realização do si-mesmo é o instinto que propõe que um espécime mais evoluído surja. Nos últimos 100 anos evoluímos mais tecnologicamente do em toda nossa história anterior. Não seria a evolução tecnológica uma forma, não total mas parcial, de realização do desejo-instinto de evolução? (vide postagem – Nosso maior desejo – parte I).

Estaríamos preparando o surgimento de uma nova espécie em um futuro distante? Um ser com capacidade mental maior, onde a percepção de si e do meio fosse mais aguçada. No reino dos animais que vivem em bando, o líder alfa ou em alguns casos, o casal alfa apresentam não apenas força física, mas também maior acuidade mental, montando estratégias para caça e para manter o bando unido. Seria a energia psíquica dos líderes, mais forte?
Com o surgimento da civilização, a disputa pelo poder começou a ser realizada por um grupo minoritário, alguns hoje chamam de “elite”. A esmagadora maioria foi obrigada à servidão, acreditando que os mais capazes para a disputa da liderança nasceriam dessa “elite”. Porém, sabemos pela história que ter pai rei não garante competência para governar.

Devemos também considerar o surgimento da medicina. Começamos a interferir fortemente na seleção natural. Hoje os menos aptos à sobrevivência natural estão bem vivos, incluindo esta que escreve. Quem nasceu de uma cesariana ou fórceps, tomou antibióticos em algum momento da vida, teria tido uma chance considerável de ter sucumbido em um modo de vida selvagem.
Levando em conta, o surgimento da civilização e da medicina podemos supor que muitos indivíduos, com aptidões de alfa nunca chegaram a disputar a colocação superior, à qual foram destinados geneticamente. Foram doutrinados a vestir uma máscara que satisfizesse sua comunidade. Uma máscara que os tornasse similar aos demais, pois os diferentes geram desconforto e risco à comunidade. O instinto de adaptação ao meio nos leva a criar máscaras para que a estabilidade social seja mantida.
Pergunto: Onde esses mascarados empregaram a farta energia psíquica, da qual foram dotados? A resposta: Em uma neurose.
Podemos observar o crescimento das neuroses em nossos animais domésticos,  por exemplo, os cães. Seria apenas por estarem confinados a pequenos espaços? Acredito que não. Podemos observar que os mais facilmente adaptados tem um comportamento não tão atento e inteligente quanto os cães neuróticos. Talvez os líderes de bando nasçam com uma energia psíquica maior, que quando não empregada para o que ela foi programada, transforma-se em uma neurose como: lamber as patas, latir sem parar, agressividade, etc.
Voltemos aos humanos. Com a grande diminuição da mortalidade natural no nascimento e juventude e com a grande dificuldade de mobilidade social, muitos líderes, não empregam sua energia psíquica de maneira adequada. Reprimindo-a e enviando-a novamente ao inconsciente. Essa energia reprimida, pulsionará sua saída para o consciente. A saída não poderá ser feita no mesmo estado em que foi reprimida, portanto ela será “travestida” em uma forma diferente para voltar ao consciente, pois apenas assim conseguirá “driblar” as barreiras da repressão. A energia “travestida” poderá apresentar-se como uma obsessão, tic nervoso, ansiedade ou qualquer outra forma de neurose. E como a consciência não reconhece a sua forma primeira, mas apenas a sua fantasia, a energia não poderá ser direcionada para a tentativa de realização do desejo. Sendo assim, a neurose permanecerá por muito tempo, podendo permanecer até o final da vida do indivíduo ou transformar-se em outra neurose. Depois da neurose instalada apenas o processo investigativo da terapia poderá reverter o processo, direcionando essa energia para uma função adequada.
Um dia, o homem evoluirá para além do homem. Quando?  Impossível determinar. Quanto tempo levou para chegarmos ao homem moderno, o Homo sapiens sapiens, uma subespécie do Homem sapiens (homem sábio)? A teoria mais aceita acredita que o homem moderno evoluiu do Homo sapiens arcaico, há cerca de 120.000 anos. Quem sabe, possa ser mais rápido, pois nos últimos 100 anos evoluímos mais do que em toda nossa história anterior. Talvez a evolução cresça exponencialmente. O que seremos então? Homo 3 vezes sapiens?  Como Hermes Trismegisto, o 3 vezes grande, outro supra-homem da mitologia.
O desejo existe e o inconsciente continuará a nos direcionar, queiramos ou não.
Deixo, para sua reflexão, dois trechos de livros importantes:
“Há camadas inteiras da população que apesar de sua notória inconsciência não são atingidos pela neurose. Os que sofrem tal destino, a minoria, representam na realidade um tipo humano “superior”, que por um motivo qualquer permaneceu muito tempo num estádio primitivo. Com o correr do tempo, sua natureza não resistiu a essa apatia antinatural. A estreiteza de sua esfera consciente e a limitação de sua vida e existência lhe pouparam a energia; pouco a pouco esta se acumulou no inconsciente, explodindo afinal sob a forma de uma neurose mais ou menos aguda."
O eu e o inconsciente – 7/2 dois escritos sobre Psicologia Analítica – obra completa – Carl Gustav Jung – pág. 74


"... é um fato existirem homens decididos a não se contentarem com a realidade. Aspiram o curso diverso para as coisas; negam-se a repetir os gestos que o costume, a tradição, e, em resumo, os instintos biológicos querem impor-lhes. A homens assim chamados heróis. Porque ser herói consiste em alguém ser si mesmo. Se resistimos a que a herança, a que o circunstante nos imponham ações determinadas, é porque almejamos assentar em nós mesmos, e só em nós, a origem dos nossos atos. Quando o herói quer algo não são os antepassados nele ou os usos presentes que querem, mas ele mesmo. Este querer em si mesmo é o heroísmo."
Meditações do Quixote - Ortega y Gasset  - pág. 156

Por Cintia B. Silva

Post relacionado: Nosso maior desejo - Parte I

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Pinturas antigas e a presença de Ovnis

Diversas pinturas antigas apresentam figuras que nos fazem lembrar de objetos
voadores não identificados, talvez de origem extra-terrestre.

Apresento algumas dessas obras. Por alguns minutos desprenda-se do normal, do
óbvio, do pensamento lógico vigente. Arrisque-se.


       Anunciação a Maria com Santo Emídio - Carlo Crivelli - 1486
                 
Note o raio de luz que surge de um objeto no céu. O raio penetra o cômodo,
transforma-se ou transpassa uma pomba branca, símbolo do Espírito Santo e
atinge a cabeça de Maria.


O objeto seria uma formação de nuvens ou o artista representou algo descrito pelos
antigos? A resposta pode ser ... ambos. Continue lendo.


                               Exaltação da Eucaristia  - Ventura Salimbeni - 1600

Neste afresco de 1600, localizado na Igreja de São Lorenzo, em São Pedro - Montalcino
- Itália, um objeto curioso está localizado entre a Santíssima Trindade. Ele parece estar
deslocado no tempo, comparado aos outros elementos da obra.


Sua aparência lembra um satélite. Os especialistas dizem ser uma referência à esfera
celestial (um referencial imaginário fixo na Terra, utilizado para estudar o movimento dos astros).
Tudo bem... mas e as "antenas" e a saliência na parte inferior? Sobre as "antenas" não
encontrei nada. A saliência seria a Lua com o Sol acima, em amarelo.
Eu pergunto, por que a Lua parece projetada da esfera e o Sol não? Talvez seja a
representação de suas fases? Talvez... mas ainda estou pensando nas "antenas".


                     Madona e o Menino - atribuída a Sebastiano Mainardi - séc. XV
Museu Palazzo Vecchio - Florença - Itália
Observe a estranha figura acima do ombro da Madona. Observe também o homem
cobrindo os olhos e o cão, ambos olham para o objeto.
Para gente comum um ovni é visto. Para especialistas o objeto é uma nuvem de raios ou
nuvem de luz. A descrição desse tipo de nuvem está presente no evangelho apócrifo de
Tiago, na Natividade, em lugar do anjo, presente no evangelho de Lucas.
Uma pergunta que poderia ser feita. Como os antigos descreveriam um objeto voador
não identificado? Uma nuvem de raios ou luz. Seria uma resposta possível?


Coincidência ou convergência?

Qual nome os antigos dariam a um objeto voador de alta tecnologia? 
Uma nuvem de raios, nuvem de luz, vimana, shem, prato voador?
Quantos símbolos da realidade dos antigos apresentam-se hoje com outra roupagem?
Ou a roupagem não muda?
O simbolismo da nuvem foi utilizado, pois as nuvens sempre trazem algo? Trazem
sombra, chuva ou raios. E poderia trazer algo divino?


O importante não é a minha opinião ou a opinião deles. A real importância está em
como você percebe o mundo. A sua opinião é o que realmente importa.
Não canso de repetir: Abra sua mente, mas não ao ponto dela cair no chão.
A escolha é sempre sua.

A propósito, observe uma nuvem de luz. Esta é super atual, real e ainda um mistério.


Por Cintia B. Silva


Moscou - 07/10/2009





quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Um retrato psicológico da nossa sociedade


“É um fato digno de nota que a moralidade da sociedade, como um todo, está na razão inversa do seu tamanho; quanto maior for o agregado de indivíduos, tanto maior será a adição de fatores coletivos e a extinção dos fatores individuais. E a moralidade, que está baseada no sentido moral e no mérito do indivíduo também se debilita. Portanto, qualquer indivíduo é pior em sociedade do que quando atua por si só. Um grupo numeroso, ainda que composto de indivíduos decentes, equivale no tocante à moralidade e inteligência a um animal violento, estúpido e primitivo, e não a uma reunião de homens. Quanto maior for a organização, mais duvidosa será sua moralidade e mais cega sua estupidez. A sociedade, acentuando automaticamente as qualidades coletivas de seus indivíduos representativos, premia a mediocridade e tudo o que se dispõe a vegetar num caminho fácil e imoral. As personalidades individualizadas e diferenciadas são arrancadas pela raiz. Tal processo se inicia na escola, continua na universidade e predomina em todos os setores dirigidos pelo Estado.

Quando o corpo social é mais restrito, a individualidade de seus membros é mais protegida: sua liberdade será maior e, portanto, maior será a sua moralidade. Sem liberdade não pode haver moralidade. A admiração que sentimos pelas grandes organizações vacilará se nos inteirarmos do “outro lado” de tais maravilhas: o tremendo acúmulo e intensificação de tudo que é primitivo no homem, além da inconfessável destruição de sua individualidade, em proveito do monstro disfarçado que é toda grande organização... Na medida que o indivíduo for “adaptado” normalmente ao seu ambiente, nem mesmo a maior infâmia de seu grupo o perturbará, contando  que a maioria dos companheiros esteja convencida da alta moralidade de sua organização social. Há também o caso dos neuróticos, que reagem, não porque a sociedade tenha se tornado monstruosa – isto geralmente os deixa indiferentes - , mas porque não suportam o mesmo conflito dentro de si mesmos. Por isso para chegar a uma solução de seu conflito, o neurótico deve, antes de tudo, reduzir suas opiniões coletivas.

... como a individuação é uma exigência psicológica imprescindível, a força superior do coletivo nos indica a atenção especialíssima que devemos prestar à delicada planta da “individualidade”, se quisermos evitar que seja totalmente sufocada pelo coletivo.

O homem possui uma faculdade muito valiosa para os propósitos coletivos, mas extremamente nociva para a individualização: sua tendência à imitação. A psicologia coletiva não pode prescindir da imitação, pois sem ela seriam simplesmente impossíveis as organizações de massa, o Estado e a ordem social. A base da ordem social não é a lei, mas a imitação, este último conceito abarcando também a sugestionabilidade, a sugestão  e o contágio mental.

Podemos constatar diariamente como se usa e abusa do mecanismo da imitação, com o intuito de chegar-se a uma diferenciação pessoal: macaqueia-se alguma personalidade eminente, alguma característica ou atividade marcante, obtendo-se assim uma diferenciação externa, relativamente ao ambiente circundante...

Para descobrirmos o que é autenticamente individual em nós mesmos, torna-se necessária uma profunda reflexão; a primeira coisa a ser constatada é quão difícil se mostra a descoberta da própria individualidade.”

7/2 Dois escritos sobre Psicologia Analítica
O eu e o inconsciente
Dr .Carl Gustav Jung

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O Futuro previsto por Aldous Huxley pode ser o nosso Presente

Em entrevista, realizada em 1958, o brilhante ensaísta Aldous Huxley, autor de Admirável mundo novo e A ilha, apresenta sua visão do futuro. Fala sobre o lado obscuro da tecnologia, propaganda, grandes corporações, drogas e controle do Estado.

O interessante é que, 53 anos depois, muitas de suas projeções tornaram-se realidade.

É importante analisar se ainda há tempo de dizer não ao Admirável Mundo Novo... atualizando... dizer não à Nova Ordem Mundial.

Por Cintia B. Silva









terça-feira, 23 de agosto de 2011

Nosso Maior Desejo - Parte I



Existe um desejo no espírito humano. Um chamado à evolução da espécie. Esse desejo está expresso nas mitologias, nas religiões, na literatura, na arte, na cultura popular e na imagem que o homem faz de si mesmo. Ainda que essa auto-imagem seja falsa. Falsa não! É uma vitória que ainda não foi conquistada.

A saga do herói (vide a teoria do Monomito de Joseph Campbell. - vale a pena), está presente na história humana desde a primeira civilização, a Suméria - 4.000 ac, com a Epopéia de Gilgamesh - a obra mais antiga já catalogada. Com certeza essa saga derivou de narrativas muito mais antigas de povos primitivos, mostrando que a semente para a evolução foi plantada nos primórdios. Talvez a semente tenha surgido quando nos tornamos animais diferenciados. Ou nos tornamos diferenciados porque a semente já estava germinando?

A jornada do herói fala das etapas a serem vencidas para que o homem se torne um ser completo. União corpo-mente-espírito. Um supra-homem que possua poderes, entendimento e sabedoria que vão muito além do humano. Alguns vitoriosos na mitologia são Hércules e Rei Arthur. Nas religiões:  Buda, Cristo, Maomé, Padmasambhava. Na cultura popular ou mitologia contemporânea: Jake Sully (Avatar), Neo (Matrix) ou Luke Skywalker (Star Wars). Uma longa lista segue em todas as áreas que incluam o homem como tema central.

Um exemplo banal e causador de muita angustia, a busca pelo corpo perfeito. A estética física apresentada na mídia ou em expressões populares de arte, nos remetem a homens e mulheres com corpos não possíveis. Alguns dos nossos melhores exemplares, mesmo já estando acima da média, passam por maquiagem, o melhor ângulo, a luz ideal e no final pelo Photoshop. Na minha opinião, essa  busca pela estética ideal representa um desejo de ir além do possível no homem. 

Gostaria de salientar, que a realização do supra-homem exclusivamente no âmbito material é a característica principal da sociedade contemporânea. Esse extremo da realização do desejo é prejudicial. Como seria prejudicial a conquista do além-homem apenas através do imaterial. Para a evolução completa do ser é necessário haver o delicado balanço entre as polaridades.

Hoje, voamos nos céus, submergimos nos oceanos, criamos olhos mecânicos para sondar o espaço. Fazemos coisas irreais no passado e corriqueiras no presente. Fazemos através de máquinas. Máquinas que são extensões de nossos corpos. E faremos mais, através de sentidos e capacidades da nossa mente. Capacidades celebradas nos mitos e religiões, impossíveis no presente e possibilidade no futuro, pois o desejo existe.

Mas existe um grande empecilho para o final da jornada, ... a nossa auto-imagem. Caminhamos como se já não fossemos animais. Fornecemos desculpas racionais para motivações puramente instintivas.

Os instintos habitam um oceano, repleto de mistérios, que deveria ser navegado. Falo do inconsciente, que também pode ser representado por uma floresta profunda e desconhecida. O submundo do herói antigo. O espaço sideral do herói atual. Uma terra onde tudo pode acontecer. Essa terra é mental e não física.

Como a maioria de nós desconhece ou nega a existência do inconsciente (se nega é porque tem medo), essa terra desconhecida deixa de apresentar suas fadas, suas maravilhas. Talvez, a primeira vista, uma fada possa apresentar-se como o mais terrível monstro ou demônio, mas sob um segundo olhar...

Um mito salutar, Os doze trabalhos de Hércules. O primeiro trabalho é matar o leão de Neméia. Se fosse fracassado a jornada estaria perdida. Estando a tarefa cumprida o herói deverá usar a resistente pele do animal como uma armadura impenetrável e continuar a jornada.

Podemos incorporar os instintos ao consciente para decidir se devemos segui-los ou não, ao invés de sermos levados ou destruídos por eles. Domar o lado animal, integrando sua natureza à consciência, é o inicio. Se continuarmos a ignorá-lo, temê-lo, demonizá-lo, enfim mantê-lo afastado, estaremos deixando que ele domine. Ele age no silêncio e é nele que a força reside.

Por Cintia B. Silva